Queridos irmãos, Jesus nos conta em Mateus 22,1-14, a contundente parábola da festa das bodas.

O Mestre Jesus, compara o Reino dos Céus como um banquete que o rei prepara, por ocasião do casamento do seu filho.

Queridos irmãos, o banquete, expressa alegria, confraternização, amizade, celebração de uma conquista, uma vitória, um verdadeiro encontro de família, irmãos e amigos.

Todos gostamos de festejar, faz parte da nossa vida humana. Jesus sabendo disso, compara o Reino dos Céus com um banquete de bodas.

O Reino é lugar de alegria, encontro de irmãos, celebração de vitória e  conquista. O Reino expressa nossa relação com Deus. Uma relação sempre esponsal.

Queridos irmãos, o banquete do Reino dos Céus encontra seu ápice na mesa do altar, na eucaristia.

Deus prepara tudo (Cf Is 25, 6-10) e espera por você como convidado especial, não dê desculpas, não seja ingrato, (Cf Mt 22, 5-6) mas, participe. Diga sim para o Pai, mas realmente vai trabalhar na vinha, pois, “nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos Céus” (Mt 7,21).   

Queridos irmãos, para participar do Banquete do Senhor é necessário usar o traje de festa (Cf Mt 22,11-14). Este traje são as obras que confirmam o nosso sim, a nossa fé. A solidariedade, a partilha, a bondade, a justiça, a honestidade, a compaixão, são as roupas que adornam a nossa vida cristã.

Desta forma, vamos compreender que a mesa do altar, é a extensão da mesa de nossa casa; e a mesa de nossa casa, é a extensão da mesa do altar.

Portanto, nos preocupemos com aqueles que passam fome ou que fazem apenas uma refeição por dia, não podendo fazer mais do que isto. Quanto mais fazer um banquete.  Estes, são vítimas de um grande pecado social, são vítimas da malandragem de algumas de nossas excelências, que fazem do banquete ocasião para trapacear, para combinar a propina, para decidir quem fica com a mala de dinheiro, para fazer as barganhas políticas, para pedir votos, etc. Nos últimos anos, temos assistido a realização destes banquetes nos palácios e residências oficiais.

Queridos irmãos, mais que partilhar o alimento é necessário assumirmos um compromisso social sério. Teremos esta oportunidade nos dias 7 e 28 de outubro, no próximo ano.

Você vai decidir, se quer patrocinar o banquete das excelências em detrimento da nação ou quer patrocinar um banquete para os pequenos, para os brasileiros trabalhadores de boa vontade.

Pense nisso. Você decide o banquete que queremos.

Pe. Iolando

Localização Igreja Matriz